sábado, 15 de novembro de 2014

Para a flecha do cupido, a riqueza é ilusão ...



Era uma manhã de verão e eu me perdi conhecendo as catacumbas, sem esperança de mais nada, ouvia a voz de uma linda menina que em tom de prantos conversava com um moço jovem, que ferido sentia dor, e ela ia Dizendo;

William, cada vez que voce vai, eu temo que nunca ira voltar.
Mas dessa vez esta aqui e mesmo assim não irá voltar...
Sobre aquele corpo já sem vida, ela deitou e chorou
Meu coração foi perfurado pelo Cupido eu desprezo todo o ouro e não há nada que possa  me consolar senão meu marinheiro alegre e bom.
Seu cabelo pendura em cachos, seus olhos tão negros como carvão, minha felicidade atende a ele e onde quer que ele vá.
Meu pai é um comerciante, a verdade eu agora vou dizer, e na grande cidade de Londres
Em opulência habita.
Sua fortuna excede 300.000 de ouros e ele franze a testa em cima de sua filha que ama um corajoso marinheiro.
Um figo de suas riquezas, sua mercadoria e ouro o verdadeiro amor tem corrompido meu coração
Ele deve retornar na pobreza de um oceano longe para meu seio concurso vou pressionar meu amuleto.
Meu marinheiro  era tão sorridente como o mês de maio agradável e muitas vezes temos vagado através da Rodovia Ratcliffe por meio da natureza florescendo, onde nosso amor aconteceu.
Meu nome é Maria, a filha de um comerciante de feira, e eu deixei meus pais e três mil libras por ano
Venham todas belas damas, aqui deste lugar, que ousam amar, um marujo alegre que devasta o mar revolto, e desliza em alto mar
Enquanto o alto na tempestade de mim a sua ausência lamento e firmemente orar para chegar o dia que ele nunca mais iria vagar

domingo, 9 de novembro de 2014



Você se lembra quando você me teve em suas mãos? Escorregando  entre seus dedos para longe. Você cantava para eu dormir e depois me batia com tudo o que voce tinha! Por que era assim?
Não pedi essa vida, nem mesmo sei se fui merecedor de voce ou voce de mim, mas eu só quero estar aqui, quero querer viver e conseguir ficar de pé depois de tudo isso. Eu acredito agora, por mais que eu te odeie, não deio tanto quanto amei e se quer saber, vou amar até morrer. Nossa história foi "rosas em punhos e facas nos bolsos", nada mais a dizer
Todas as portas trancadas, passado dolorido, mas olhe, somos lobos mais velhos hoje, e isso fez de nossos novos relacionamentos, melhores que nunca, fez a vida perfeita!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Nascido sobre a estrela da morte.



Em 1846, após o fim de uma guerra, no meio dos escombros da cidade onde costumava ser seu lar,  acompanhado de pontos de luzes que somente ele podia ver, foi dessa forma que ele foi encontrado. Um simples garoto que pra viver, havia se juntado a um bando de ladrões que assaltavam viajantes.
Tomado pelo sentimento de inferioridade e de impotência, este garoto nutria um ódio, não só àqueles que destruíram seu lar, mataram família, irmãos e amigos. Mas também pela entidade chamada "morte". Odiava a morte, pois diante dela, a vida humana de nada valia. "Todos somos lixo", foi como ele disse, vidas frágeis ao vento, que nada podem fazer quanto ao seu destino, que é ser consumado, cedo ou tarde.

Um velho, parecendo indefeso foi até ele e o encontrou. Como antigo cavaleiro de Câncer, este velho, "Sage" não teve dúvidas quanto ao potencial do garoto, visto que o garoto, mesmo em tão tenra idade, já era capaz de ver aquelas almas em forma de luz. Sage era capaz de ve-los também e disse ao garoto: -"-Estes são restos de almas, espíritos, sem consciência, daqueles que um dia viveram aqui". O garoto mesmo com uma certa arrogância, impressionou-se com as explicações daquele velho homem. Relutando, aceitou acompanha-lo à um lugar na Grécia, conhecido como "Santuário", onde ele seria treinado.

E o garoto se tornou homem. Não um homem comum. Não, mas um dos doze seletos Cavaleiros, portadores de armaduras de ouro, sendo ele o novo protetor da casa de Câncer, no lugar de Sage, seu nome; Manigold de Cancer. Estes doze eram tidos como os mais poderosos dentre os cavaleiros das 88 constelaçoes do céu, e capazes de feitos ainda mais poderosos que os cavaleiros das 108 estrelas malignas ou mesmo das 36 estrelas celestiais.
Apesar de nunca ter tido um bom exemplo de boa conduta, Manigold tinha traços fortes, arrogante e cruel com seus inimigos, mas daria sua vida para proteger seus companheiros, e foi justamente por isso que ele, ao conseguir uma brecha entre as dimensões dos homens e dos deuses, sem pensar duas vezes, entrou em confronto com um deus, o deus que controla a Morte.

Sua vida inteira fora para esse momento, era esse deus que ele desejava enfrentar, aquele que despreza os humanos, e mesmo perante ao poder inversamente igual ao do deus, ele não recuou, nunca recuaria, estava ali, e morreria ali, mas não sem antes acertar o maldito deus a quem odiara desde criança.

O deus, sem ao menos o dar chance expôs a abertura do caminho dos deuses que leva para uma dimensão que fragmenta qualquer coisa que possua matéria atômica, e uma força o arrastou até os limiares deste lugar quando seu mestre interviu. Portando, dois dos 108 selos sagrados, banhado ao sangue da antiga encarnação de Athena, ele selou a abertura. É ali que fica claro o relacionamento que existe entre os dois, ambos trajaram a armadura de ouro de câncer, ambos viram todos seus amigos e companheiros morrerem diante daquele deus. O deus logo desfaz-se dos selos sagrados e reabre a entrada, e Manigold brinca:
"-Mestre, essa é a hora que devo me desesperar"
e Sage rebate
"-Desespero? Por que usou essa palavra numa situação dessas? Lembra a primeira vez que lhe levei ao limiar do mundo dos mortos? De todas aquelas almas sendo arrastadas para onde deve se abandonar toda a esperança? Elas ainda estavam conscientes Manigold, aquilo é desespero. Então não use essa palavra de forma tão leviana, eu treinei você a vida inteira para se tornar tão poderoso quanto eu, e sempre soube que você treinou sua vida inteira só por esse combate, então não fale em desespero, você mais do que ninguém estamos preparados para isso, ainda temos nossas cartas na manga"
Ele olha para seu mestre com admiração e responde.
-O senhor é tão preciso que até assusta, mestre.

O deus fortalece o ataque e Manigold logo é arrastado contra a abertura parecendo desesperado devido sua morte certa, mas quando chega bem perto do deus, com um sorriso fala "-Brincadeirinha", e o golpeia varias vezes no rosto, e começa a cair, ele olha para seu mestre e fala
"Viu essa mestre? Eu disse que ia socar a cara desse maluco"
Isso enfurece o deus que então faz a invocação de espíritos  malignos, que se prendem à eles, e começam a drenar ferozmente sua energia vital, Manigold tinha perdido uma perna, que cruzou a linha dos deuses quando socou o deus, e mesmo sendo atacado pelos espíritos, se põe de pé e olha para o deus, e rindo fala
"-O deus ai cometeu um grande erro" e pronuncia, em um dialeto muito antigo "Sekishiki Konsou" que significa algo como "queima dos espíritos", que caracteriza-se como um poder que usa almas e espíritos como pólvora,  e com a quantidade enorme de espíritos no lugar o ataque é devastador, ferindo diretamente a alma do deus que cai enfraquecido. O deus olha para eles e vendo Manigold com o indicador erguido, fala:
"-Eu sei o que pretendem, já vi essa técnica várias vezes em eras mitológicas, mas saibam que mesmo separando minha alma deste corpo temporário ainda sou um deus, este corpo serve com o único propósito  interagir com outros humanos."
Manigold pronuncia sua técnica: "Sekishiki Meykay Ha", algo como "Mergulho das almas / Sepultamento da almas" e completa:
"-Não importa, ainda assim você, agora, é só uma alma, frente à nós, protegido pela constelação de Câncer, o caranguejo que foi levado pessoalmente pela deusa Hera até a constelação do presépio para cuidar de toda as almas, e minhas técnicas, são, mas não se resumem à só, lidar com almas, mesmo à de um deus. O deus, conforme Manigold foi falando, entendeu tudo e demonstrou seu semblante de preocupação, percebendo o perigo que corria, tenta voltar ao corpo, mas Manigold abraça o corpo e se joga contra  a abertura dos deuses e fala volte para seu antigo dono Câncer, Manigold e o corpo sem a presença do deus se esfarelam, restando apenas a armadura de Câncer. Sage grita de desespero a morte de seu pupilo, e o deus fala:
Nunca perdoarei voces, posso me apossar de qualquer corpo, e vou me apossar do seu agora, e imediatamente entra no corpo de Sage que cai de joelhos.
Neste momento Sage ergue a cabeça e fala:
"-Que houve "deus"? Vejo que não está conseguindo controlar o corpo deste velho decrepito..."
E o deus em tom de fúria indaga:
"-Que? por que?"
Neste momento, Sage expõe a armadura de Altar que vestia sob seu turbante e fala.
"-Esta armadura é conhecida por ter a capacidade unica de proteger seu portador, todo ataque, seja fisico ou espiritual é em maior parte absorvido e preso à ela, eu sabia que voce tentaria apoderar-se do meu corpo...
E o deus continua:
"-Como?? Quer dizer que tudo isso foi planejado desde o começo? Voces conspiraram desde o começo contra um deus, voces nunca serão perdoados, cuidarei pessoalmente das almas de vocês, não posso controlar totalmente seu corpo, mas com o bastante que tenho vou te destruir de dentro para fora."
E neste exato instante o sangue de Sage começa a jorrar de seu corpo, e ele fala:
"-Sim planejei tudo, mas cometi um erro, não era para Manigold ter morrido, em todo caso, tenho isso."
Mostrando uma pequena caixa que continha selos sagrados, Sage abre a caixa e alma do deus é apreendida.
Sage se levanta e fala:
"-Acabou deus... Ficará preso aqui por muitos séculos."
Sage caminha em direção a armadura de Cancer e fala:
"Novamente voce está sosinha Cancer, seu portador, Manigold, foi um homem grandioso, nascido sobre o presépio da estrela da morte, um homem que teve a estrada manchada de sangue perdas e dor, mas que apesar de tudo provou que um homem com determinação, nem mesmo por um deus pode ser sub-julgado."
Neste momento um ponto de luz deixa a armadura de Cancer e a voz de Manigold fala:
"-Viu mestre... Eu sempre disse que um dia daria um chute na bunda desse deus fajuto"
-Sage sorri e fala
"-Ora Manigold, seu malcriado, e eu nem se quer por um segundo, duvidei disso."

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Unsung Hero


Nunca entendi bem esse papel que me deram, eu me sentei e conversei com Deus... Ele riu de meus planos.
Minha mente sempre pensou numa velocidade e língua que eu nunca entendi, eu sempre quis sentir o  amor de verdade, sentir o local onde vivi, por que esse tempo todo teve um vida correndo pelas minhas veias sendo despedaçada, sendo desperdiçada.
Não quero morrer, mas nao gosto disso, que varias vezes me preparei para abandonar.
Por isso que tenho medo, e isso que me faz fugir das pessoas, me vejo recuando, quando deveria ainda estar avançando.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Can we learn to love?



Sozinho eu aprendi a falar inglês fluente, andar e fazer trilha de moto de maneira que muitos trilheiros admiram, linguagens de programações, métodos plausíveis de ataque e defeza em informática dignas de um bom hacker, estudei ciências complexas, compreendi a quantica e teorias que Einstein criou, entendi milhares de linhas de raciocínios de pessoas de diferentes credos, até mesmo decolar e controlar um helicóptero de combate russo eu sei e atrelado à esses conhecimentos, por muitos eu já fui tido como inteligente, mas será mesmo? Sera que a minha capacidade de absorver conhecimento imprime realmente que eu sou inteligente? Eu duvido disso, nunca fui bom com palavras, principalmente de frente a pessoas por quem eu me apaixonei, minha capacidade de afastar essas pessoas era algo incrivelemente poderoso. Essa maldição de sempre estragar as chances de ter essa pessoa. Chances essas que pessoas que são consideradas "burras" aproveitam de maneira eficaz. Mas eu... Eu perco a razão e entendimento do mundo, por que quando alguem que voce ame esteja perto de voce e seus sentidos digam "Beije-a(o)", os meus parecem dizer "Foge". Eu não sei se isso é um reflexo de algo que eu perdi lá no passado, um trauma talvez, a verdade é que eu seria infinitamente feliz se me sentisse normal como voce que esta lendo isso! Sem essa capacidade de absorsão de conhecimento, mas sim com um radar confiável no coração, que sobrescrevesse os meus instintos e me dessem um norte. Eu admiro e invejo as pessoas por serem assim e talvez por terem essa facilidade, não alimentam o romance e o amor por sua namorada(o). É facil quebrar uma lampada quando sabe-se que pode troca-la facilmente.. Mas a diferença dessa analogia está justamente em que as lampadas são os corações das pessoas. Eu conheço uma moça, que alem de linda, é simpática, simples e literalmente perfeita, um amor comigo, e mesmo quando estou ali bem na frente dela olhando para ela, naqueles olhos lindos eu perco meus sentidos que tocam a realidade, exceto o sentido de saber que não a tenho, e não é por falta de coragem de dizer isso pra ela, mas sim pela minha capacidade de estragar tudo sempre, até por que não sei se o que eu estou vendo ali bem na minha frente é para mim ou simplesmente esta ali para todos, cortesia da simpatia dela, e talvez seja só por isso que eu me contento em vê-la e abraça-la como uma grande amiga, que me trata tão bem. O amor foi a única coisa da qual eu sempre me importei na vida, ironia não? Pois nunca o tive por completo.

Nosso Jeito Estranho de Amar



Quanta bobagem, tudo que falamos... Me olho no espelho e já nem sei mais quem sou...
Quanto talento pra discutir em vão, foi assim tão frágil nossa relação??
Falsas promessas, erros tão banais, mas ninguém cedia, ou voltava atrás...
POr que enquanto podiamos não esquecemos este jogo onde não havia vencedor??
O mesmo roteiro, que por fim, um dia nos cansou, fui te amando, me frustrando e sobrevivendo por um fio, mas to aqui, sem desistir...
Não tinha que ser assim, tanto desencontro mágoa e dor, por que que a gente teve que se arriscar, deixa o tempo curar esse jeito estranho de amar... Então volta pra mim!


Viva para sempre!



-Será que você ainda se lembra como costumávamos ser? Sentindo-nos juntos, acreditando no que fosse como se o amor nos dissesse tudo. Eramos tão amáveis um com o outro, um jovem amor ao sol, voce era minha salvadora, tinha meu espirito, e era tudo apenas o começo...

-Sim eu ainda lembro de cada palavra suspirada, o toque da tua pele dando vida à mim como nunca tive, seus cabelos escorrendo por entre meus dedos, como as areias do tempo, cada promessa feita, cada memória é um reflexo em minha mente...

Olhando hoje, foi mais lindo que um simples sonho, sentimentos exposto,  cada lapso de memória , um segredo a salvo comigo...

Que essas memórias vivam para sempre em nossos coração, por todos os momentos em que buscamos um ao outro...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Como voce quer ser lembrado?



Pela sua honra, ou pelo seu orgulho?
Como voce gostaria de ser lembrado, por seu corpo ou pela sua mente?
O tempo ainda está do nosso lado, com cada suspiro ainda nos dizemos vivos, e perceba que o dinheiro nem é tudo, a cada centavo que voce ganha, e a única coisa que importa realmente é a fé que voce tem para queimar e fazer acontecer... Lembre-se dos velhos rostos, perdidos no passado, mesmo que tenham te feito feliz, eles vivem lá trás agora, o passado existe apenas para perdoar, apenas guarde-os com carinho no seu peito, e cuide bem do seu coração, por que uma alma sem coração é feita de plástico...
Aproveite cada segundo, eles correm como horas, dias, anos... A vida se vai, e é assim que os melhores partem tão cedo... Então como como voce gostará de ser lembrado? Pela sua raiva, ou pelo seu amor? por sua beleza ou pelo seu caráter?
Não podemos parar o pôr do sol ou tornar lenta a chama da vela, por que o tempo faz tic e tac antes mesmo que voce perceba o quão amavel é, antes que os que voce ama partam, então nos sobra  um lição simples, seja gentil e faça sua oração com o coração...
Se voce olhar a vida real é uma corrida de ratos, e  seus melhores dias tornaram-se escuros e cinzas, por que a felicidade nunca será completa e por isso à chamamos felicidade.
Talvez voce feche seus olhos e veja o filme de sua vida, ou quem sabe começa  protagoniza-lo a partir de agora...