sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Can we learn to love?



Sozinho eu aprendi a falar inglês fluente, andar e fazer trilha de moto de maneira que muitos trilheiros admiram, linguagens de programações, métodos plausíveis de ataque e defeza em informática dignas de um bom hacker, estudei ciências complexas, compreendi a quantica e teorias que Einstein criou, entendi milhares de linhas de raciocínios de pessoas de diferentes credos, até mesmo decolar e controlar um helicóptero de combate russo eu sei e atrelado à esses conhecimentos, por muitos eu já fui tido como inteligente, mas será mesmo? Sera que a minha capacidade de absorver conhecimento imprime realmente que eu sou inteligente? Eu duvido disso, nunca fui bom com palavras, principalmente de frente a pessoas por quem eu me apaixonei, minha capacidade de afastar essas pessoas era algo incrivelemente poderoso. Essa maldição de sempre estragar as chances de ter essa pessoa. Chances essas que pessoas que são consideradas "burras" aproveitam de maneira eficaz. Mas eu... Eu perco a razão e entendimento do mundo, por que quando alguem que voce ame esteja perto de voce e seus sentidos digam "Beije-a(o)", os meus parecem dizer "Foge". Eu não sei se isso é um reflexo de algo que eu perdi lá no passado, um trauma talvez, a verdade é que eu seria infinitamente feliz se me sentisse normal como voce que esta lendo isso! Sem essa capacidade de absorsão de conhecimento, mas sim com um radar confiável no coração, que sobrescrevesse os meus instintos e me dessem um norte. Eu admiro e invejo as pessoas por serem assim e talvez por terem essa facilidade, não alimentam o romance e o amor por sua namorada(o). É facil quebrar uma lampada quando sabe-se que pode troca-la facilmente.. Mas a diferença dessa analogia está justamente em que as lampadas são os corações das pessoas. Eu conheço uma moça, que alem de linda, é simpática, simples e literalmente perfeita, um amor comigo, e mesmo quando estou ali bem na frente dela olhando para ela, naqueles olhos lindos eu perco meus sentidos que tocam a realidade, exceto o sentido de saber que não a tenho, e não é por falta de coragem de dizer isso pra ela, mas sim pela minha capacidade de estragar tudo sempre, até por que não sei se o que eu estou vendo ali bem na minha frente é para mim ou simplesmente esta ali para todos, cortesia da simpatia dela, e talvez seja só por isso que eu me contento em vê-la e abraça-la como uma grande amiga, que me trata tão bem. O amor foi a única coisa da qual eu sempre me importei na vida, ironia não? Pois nunca o tive por completo.

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